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» [10/07/2006] Metal Heart [Suécia] - «The Rebirth of Sin» 6/10

» [01/05/2006] Music Extreme [Argentina] - «The Rebirth of Sin»

» [28/02/2006] Metal.de [Alemanha] - «The Rebirth of Sin» 6/10

» [15/02/2006] Obsküre [França] - «The Rebirth of Sin»

» [03/02/2006] Vampire Magazine [Holanda] - «The Rebirth of Sin»

» [31/01/2006] Bloodchamber.de [Alemanha] - «The Rebirth of Sin» 7.5/10

» [23/01/2006] Metal Temple [Grécia] - «The Rebirth of Sin»

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» [20/12/2005] Schwermetall [Suíça] - «The Rebirth of Sin» 7/13

» [18/12/2005] Supreme Brutality [Dinamarca] - «The Rebirth of Sin» 4/6

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» [12/12/2005] Metal Covenant [Suécia] - «The Rebirth of Sin» 6/10

» [25/09/2005] Burning Misery [Holanda] - «The Rebirth of Sin» 8,5/10

» [01/09/2005] Revista Blast! #9 - «The Rebirth of Sin» 7,5/10

» [03/09/2005] Armageddon - «The Rebirth of Sin» 8/10

» [04/07/2005] Portal-Metal - «The Rebirth of Sin»

» [01/05/2005] Revista Loud! #52 - «The Rebirth of Sin» 7/10

» [01/04/2005] Arauto Metálico - «The Rebirth of Sin»

» [05/02/2005] The Bronze Age - «The Rebirth of Sin» 6,5/10

» [14/05/2004] The Music Basement - «The Rebirth of Sin» 7,5/10

» [30/03/2004] Back to the Grave - «The Rebirth of Sin» 7,5/10

» [12/01/2004] Caminhos Metálicos - «The Rebirth of Sin» 8,8/10

» [11/01/2004] Metal Incandescente - «The Rebirth of Sin» 8,5/10

» [05/12/2003] Darkness Anthem - «The Rebirth of Sin» 7,5/10

» [07/11/2003] MetalOpenMind - «The Rebirth of Sin» 7/10

» [01/10/2003] Caminhos Metálicos - «Neurotic» 8/10

» [01/05/2003] MetalOpenMind - «Neurotic» 7/10

» [01/02/2003] Guardians Of Metal - «Incognita» 7/10



» Metal Heart [Suécia] [10/07/06] www.metalheart.se
Neurotic «The Rebirth of Sin» 6/10

Långsamt gurglande från Portugal

Det må vara fullspäckat med komplexa gitarriff men någon riktigt kraftfull urladdning blir det aldrig. Portugisiska Neurotic väljer att servera sin dödsmetall i långsamt tempo med låtar som håller sig omkring åttaminuterssnittet. Någon större variation erbjuder de dock ej, och det är svårt att få ut så mycket av den nästan en timme långa debuten The Rebirth Of Sin. Sången är inspirerad från den gamla skolan och är ungefär lika varierande som Chris Barnes lågfrekventa growlande på de tre första Cannibal Corpse-plattorna, fast mera avtrubbad och monoton. Sångens huvuduppgift som bland annat är till för att lyfta upp låtarna och intensifiera musicerandet övergår istället till ett smärre irritationsobjekt efter en tids lyssnande. Som om det inte vore nog har vi också en ganska anonym produktion framför oss. Men smädandet har dock sitt slut här. Gitarristen Ângelo Rodrigues, som även har stått bakom spakarna vid produktionen, har en tendens att överraska med skickligt komponerade riff och stundtals oväntade tempobyten, även om musiken huvudsakligen går i midtempo.

Kort sagt en alldeles för lång skiva som skulle må bra av att kortas ner till hälften, alternativt späckas med mer variation och lite högre tempo. Anonymiteten är ett alldeles för uppenbart faktum och jag kan inte tänka mig att det är särskilt många som orkar ända till skivans ändpunkt.

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» Music Extreme [Argentina] [01/05/06] www.musicextreme.com
Neurotic «The Rebirth of Sin»

The album begins climatically with 1 before the band enters in a powerful way. This is very modern death metal with a very good sound. The voices are of the growling type that fit really well the music and they add still more aggression to the band. The drums do interesting rhythms and patterns leaving always space for the guitars that are the essential instruments here and that play riffs that are fast with strong emphasis on the heaviness of the rhythms. There is also place for the experimentation in tunes such as “Neurose I” where strange unconventional sounds are used. There are also bass solos which is surprising in this style of music. I must emphasize the good work of the vocalist who not only is very aggressive but knows how to accentuate really well the rhythms that create the band. The sound of this cd is really good and this makes that this album can transmit perfectly all the aggression that the musicians have to the listener. A very violent and interesting album.

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» Metal.de [Alemanha] [28/02/2006] www.metal.de
Neurotic «The Rebirth of Sin» 6/10

O álbum de estreia de NEUROTIC, "The Rebirth of Sin", foi lançado em 2003 numa edição de autor. No entanto, devido a problemas de fábrica, apenas saiu em 2005. Passemos à música propriamente dita. A banda debita Death Metal de qualidade, e assume toda a responsabilidade por tal. As guitarras, com afinações muito graves, vão numa direcção bastante linear e ritmada, para de seguida dar lugar a uma técnica bastante elaborada. Em articulação com os solos parcialmente melódicos, o som de guitarra em si, as mudanças de ritmo e as vozes, vem-nos imediatamente uma banda à memória: MORBID ANGEL. Digamos que este nome sonante subjaz, com letras maiúsculas, à música dos NEUROTIC, com a sua inevitável influência. Assim, este Death Metal revela-se variado e de boa qualidade. Seja como for, os NEUROTIC não são certamente os primeiros a hastear a bandeira das lendas do Death Metal. Certo é que em algumas partes é perfeitamente possível ouvir empréstimos dos primeiros trabalhos dos PARADISE LOST, e alguns dos ritmos mais complexos parecem ter sido inspirados nos MESHUGGAH. Apesar de tudo isso, não creio que, ao ouvir "The Rebirth of Sin", se possa dizer que os NEUROTIC fazem lembrar MORBID ANGEL o tempo todo, ou que são apenas mais um dos 1000 clones dos norte-americanos. Mas é pena, pois a banda parece ter tecnicamente muito mais que se lhe diga. Infelizmente, o som não é perfeito, talvez um pouco abafado para o meu gosto, e um pouco mais de ambiência não teria feito mal nenhum. No geral, sente-se que falta aqui qualquer coisa.

Atribuo 6 pontos com algum cuidado - no entanto, para fanáticos do Death Metal, para quem a independência e originalidade não são assim tão importantes, um 7 seria bastante adequado. De momento, os NEUROTIC encontram-se a trabalhar no próximo álbum, do qual espero algo mais.

Tradução por:
Ondina da Costa

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» Obsküre [França] [15/02/06] www.obskure.com
Neurotic «The Rebirth of Sin»

Há vários aspectos que podem despertar o nosso interesse por Neurotic. Esta banda portuguesa, com uma bagagem e nome a condizer, lançou o seu primeiro álbum, e gostaríamos de os poder encorajar com toda a sinceridade. O estilo praticado, um death metal com laivos de thrash antigo que passam despercebidos à primeira audição, não é de todo sem interesse. Daqui resulta uma atmosfera brutal, pesada e surda, muito na onda de álbuns como o «Chaos A.D.», dos Sepultura.

Mas o início, linear e bastante homogéneo, acaba por se revelar bastante desanimador. Como se verifica frequentemente, as músicas que se seguem repetem-se continuamente, e é raro surgir um momento que consiga despertar o interesse ao ouvinte mais desatento. Se algumas passagens são com efeito bastante interessantes, nomeadamente ao nível dos solos («Deformed»), apresentando enlevos atmosféricos debitados pela guitarra ou pelo baixo, já o mesmo não pode ser dito do restante, que é bem mais banal. A voz é constante; os riffs, com alguma originalidade inicial, rapidamente assumem contornos estereotípicos; e a secção rítmica está longe de conseguir redimir o álbum.

Este primeiro registo, de estreia, não irá certamente constituir um marco no género. A eficácia que deveria resultar de um tipo de metal tão físico é anulada pela redundância do estilo. O síndroma do "CD riscado", que parece ter afectado o álbum de modo a repetir a mesma música, e as mesmas partes, é fatal. Esperamos, portanto, que os Neurotic saibam evoluir nestes campos, até porque, por enquanto, passam despercebidos.

Tradução por:
Ondina da Costa

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» Vampire Magazine [Holanda] [03/02/06] www.vampire-magazine.com
Neurotic «The Rebirth of Sin»

Portugese Neurotic started out in 1999 under the name Breakdown. They recorded two demo’s and after that they recorded their debut album in 2003. this album, “The Rebirth Of Sin” was supposed to be released in 2004, but this turned out to be 2005, due to editing problems at the cd factory. Neurotic is under the wings of Dark Music Productions, but as they didn’t want to promote the band in the European underground (as the band states) they sent out some promo’s themselves, and one of those reached us in 2006. Neurotic plays heavy, dragging and pounding mid-paced orientated death metal with a modern, nu-edge to it and an occasional blast beat. Very straight forward and with a dramatic feel for melody Neurotic’s music displays a band that has it’s roots in old school death metal. But certain structures within the songs and the way that the band plays on guitar, for instance, reveals their will to modernize their music. Bands like Fleshcrawl, Total Devastation, Bolt Thrower and Korn come to mind, though one speaks more to your imagination than the other. When you spin this one for the first time, it will sound to you like yet another death metal record. Nice to hear that they keep it low profile, but nothing really more than that, but several spins learn that there’s quite some depth in the songs and that these guys spent quite some time writing their songs, creating interesting musical parts to listen to. Also, the combination of old school with some renewing elements sounds cool, but I do have to mention that they fortunately do not include those too often. It would bring down the power of their music if they would fall into too much neurotic guitar wining. The production is good dark and heavy, the balance between several spheres is good (brutal, dark, tranquil) and the songs are good. It’s kind of a tough album, not really expected with a band name such as Neurotic. I do want to say that some more variation would be nice. Especially the low tuned guitars can give a certain monotony at times, but it isn’t really bothering, as there’s still enough going on. The vocals on the other hand a definitely too monotone. They could use more variation. As the album lasts over 58 minutes and not counting the two instrumental intermezzi, the vocals start to bore me after a while. All in all I think Neurotic delivered a good debut album. Mid-paced death metal with a dark and sort of modern twist. Worth to check out if this is your genre!

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» Bloodchamber.de [Alemanha] [31/01/06] www.bloodchamber.de
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7.5/10

Com os Neurotic, praticantes de Death Metal, Portugal volta a estar de pedra e cal. Se há já algum tempo que este cantinho à beira-mar plantado não tinha grande coisa para oferecer, eis que finalmente a fria Alemanha recebe um promo à maneira, bem capaz de fazer perder a cabeça.

O álbum tem uma produção excelente, que realça, nas colunas, a influência maioritária de Morbid Angel, e os inícios de bandas como Paradise Lost ou Gorefest. No sexto tema, "Ohropax" (que cuja duração é seguramente 1:30m inferior à média), levamos com um ataque sonoro directo à meninge. Paralelamente, as músicas mais longas não são exactamente recomendáveis para quem quer acabar o dia bem-disposto. No entanto, há partes do álbum que se tornam ligeiramente irritantes, principalmente as partes mais monótonas (doom). Se muitas destas músicas fossem semelhantes ao tema colossal de abertura ("Prayers of Sin"), descessem dos 8 para os 5 minutos de duração e houvesse alguma preocupação extra com os arranjos, aí sim, poderíamos falar de uma bomba do Death Metal. Numa época em que as bandas de Death Metal se dedicam cada vez mais ao groove e/ou pormenores, em vez de se dedicarem a escrever boas músicas, um álbum como "The Rebirth of Sin" só faz é bem. Those were the days…!

Tradução por:
Ondina da Costa

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» Metal Temple [Grécia] [23/01/06] www.metal-temple.com
Neurotic «The Rebirth of Sin»

Neurotic formed under the name Breakdown back in 1999. Their first Demo was recorded in 2001 and was titled "Incognita". Since then they have recorded another Demo, changed their name and released this debut album (the band is currently working on their second album titled "[In]Human"). Some final details regarding this album is the fact that it was recorded back in 2003 and it was supposed to be released in 2004 but found its way to the shops finally in 2005.

Music-wise "The Rebirth Of Sin" can be described as U.S. flavored Death Metal, with guttural vocals and low tuned guitars. Speaking about the guitars, I must say that this has to be the strong card of the band. Perhaps Angelo Rodrigues is not a virtuoso guitarist but he manages to nail down some fine riffs along the way.

But very good guitar work is not the alpha and the omega in a CD. Some compositions are good but the majority of the material can be considered as colorless, without a personal touch upon it. Luck of identity is definitely a serious problem and the outcome is the minimum endurance in the test of time. The production is quite good, especially if we keep in mind that we are talking about a "home recording".

In conclusion I found "The Rebirth Of Sin" to be an average piece of work. The band seems to be in a good direction, but they must definitely work harder in order to obtain a more personal sound.

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» Metal Perspective [Grécia] [16/01/06] www.metalperspective.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 6/10

Neurotic perform death metal, and their digitally processed cover artwork plus their name made me think of something else than plain, sheer brutality. I was right, as Neurotic play slow-paced/mid-tempo styled death metal which surely drags influences from bands such as Disbelief and Neurosis on the guitars. Really cool to hear such an attempt, in spite the fact that this total playing time of almost an hour doesn't justify them. "Subliminal" guitars all the way get too boring, the main riffs (although this part is taken by the minimal background aura) are mostly based on rhythmic scratches on the guitar strings that give another edge to the band, there are also some cool bass experimentations in the form of solo fill-ups (unfortunately, it's a bit behind compared to other instruments) and generally the album after the first tracks does not have any other surprises. The flowing energy inside "The Rebirth of Sin" is a sign that the band achieved to organize well a distorted audio surrounding. It is good to go further than stagnate, though, and this neurotic style of death metal is a yet unexplored side of the genre. I can get with more ease to the afore-mentioned bands, so my main difficulty with this Portuguese band is to get into. Some songs are good to listen to, others may get tedious in case you demand your ordinary death metal sniff. I'm familiar with most of the patterns here despite the fact that few in death metal are doing this. It's above the average, future requires more fantasy perhaps?

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» Schwermetall [Suíça] [20/12/05] www.schwermetall.ch
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7/13

Dos confins ocidentais da Europa chega ao mundo metálico o álbum de estreia dos portugueses Neurotic. No entanto, antes da crítica propriamente dita, gostaria de tecer algumas considerações: não é reprovável que as bandas demonstrem o apreço pelas suas influências musicais, nem se deve apedrejar nenhuma banda só porque estas ficam patentes num registo discográfico.

Infelizmente, em The Rebirth of Sin, os portugueses levam estas influências ao extremo. Quero com isto dizer que os empréstimos são claramente notórios, e a chama dos MORBID ANGEL, essa lenda floridiana, arde perpetuamente. É certo que a totalidade das partes é de primeira ordem, seja em New Human Machine, característico pela variedade, ou em Cannibalistic, que se pauta por um groove acentuadíssimo. No entanto, há por aí bandas mil cuja opção foi precisamente trilhar este caminho sonoro - seja como for, não posso censurar aqueles que optam pelo Death Metal moderno. O álbum reveste-se de uma sonoridade agradavelmente tradicional; menos agradável é, por outro lado, o som abafado, que acaba por afectar o álbum.

Quem quiser organizar uma festa de Death metal onde possa incluir bandas que não somente Morbid Angel, Dismember, Immolation e bandas afim, deve adquirir “The Rebirth of Sin”. Eu, pelo meu lado, fico-me pelos originais.

Tradução por:
Ondina da Costa

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» Supreme Brutality [Dinamarca] [18/12/05] www.supremebrutality.net
Neurotic «The Rebirth of Sin» 4/6

According to the info leaflet The Rebirth of Sin is not entirely new as it was recorded back in 2003, but due to various circumstances it didn't get released until this year so Neurotic is currently busy recording the successor to The Rebirth of Sin. Even though the music on The Rebirth of Sin is not exactly new it doesn't sound dated. The music is centred on death metal, modern death metal with a great deal of groove to be exact. The music does occasionally take a little detour which only adds more flavour to the songs. The pace is mostly kept down which gives it a somewhat relaxed feel, but the pace do quicken ever once in awhile adding further to the multiplicity.

The album was recorded in the band's own studio by guitarist Ângelo Rodrigues and he has succeeded in giving the music a fairly good sound. The sound is a little dry, but still with a heavy feel. Moreover none of the details seem to get lost in the soundscape which of course is a plus. The Rebirth of Sin is far from groundbreaking, but it definitely have its moments. The songs are skilfully written with plenty of catchy and groove parts. The single biggest minus on The Rebirth of Sin is that some of the songs tend to get a little too long. It's a minor detail, but it does have its effect. I found The Rebirth of Sin to be quite enjoyable and it definitely made me want to hear more from this promising band.

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» Powermetal.de [Alemanha] [15/12/05] www.powermetal.de
Neurotic «The Rebirth of Sin»

No pacote promocional que acompanha o CD The Rebirth of Sin dos NEUROTIC, estes jovens músicos alertam para o facto de que a sua editora não enviou CDs promocionais às webzines europeias, o que despoletou a sua vontade de fazerem o trabalho pelas suas próprias mãos. A razão por que esta editora de pequenas dimensões não apoia as suas bandas escapa-me. Uma certeza nos resta: não é por The Rebirth of Sin estar sujeito a tamanha limitação que a sua qualidade é afectada, pois estes jovens praticam um Death Metal interessante, com a marca MESHUGGAH, e que de mau não tem absolutamente nada. Todo o álbum constitui o inverso de um esforço mau: no seu registo de estreia, os NEUROTIC mostram-se versados na técnica que os caracteriza, recheando as músicas de variedade e, acima de tudo, da mais intensa escuridão. As guitarras extremas têm afinações mais graves, e são acompanhadas de guturais que relembram parcialmente os primeiros tempos de NEUROSIS, o que deveria deixar bem claro que estes portugueses são os orgulhosos detentores de “easy listening” no que a construções pesadas diz respeito.

A faixa de abertura, Prayers of Sin, cuja duração é de oito minutos, ofusca soberbamente o sol com a sua mistura de Thrash a alta velocidade, harmonias à la PARADISE LOST, riffs à [Fredrik] Thordendal e Doom niilista que dedicam, a plenos pulmões, um grande “FUCK OFF!” às tendências comerciais – o que, para aperitivo, já revela uma banda com talento. E daqui em diante só melhora, pois todas as outras faixas dão continuidade à linha conceptual introduzida na faixa de abertura e levam a bom porto o conceito que subjaz a The Rebirth of Sin. Seja a monumental Deformed ou Wicked God (The Rebirth) a liderar o rumo – ou até mesmo a devastação sonora que é Divine Burning of Souls, esse autêntico destruidor de pescoços – ou Cannibalistic (fantástica!), qualquer que seja o rumo, dizia, denota-se claramente a competência obscura destes músicos.

Aquilo que é traduzido de forma musical ao longo de 60 minutos extremamente obscuros encontra paralelo na veemência das letras que acompanham o álbum: tudo conduz ao ódio contra a religião e toda a estupidez que caracteriza a raça humana. Se isto constitui solo fértil para início de projecto, não deixa de ser representado de modo diverso a nível individual; que se adequa a 100% ao perfil da música dos NEUROTIC, disso não resta a mais pequena dúvida.

No cômputo geral, The Rebirth of Sin é um álbum de estreia verdadeiramente convincente, que revela uma banda ambiciosa, consciente de que pratica músicas à maneira e que aguarda o escrutínio final do ouvinte.

Recomendações: Prayers of Sin, Cannibalistic, Divine Burning of Souls.

Tradução por:
Ondina da Costa

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» Metal Covenant [Suécia] [12/12/05] www.metalcovenant.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 6/10

Almost one hour of Portuguese technical death metal including something so unusual as several bass solos. Portuguese band Neurotic don't spare on the powder when it comes to technical details. The Rebirth Of Sin is the bands' debut and it is released through Nebula Records, a division of the Portuguese label Dark Music Productions.

As already mentioned this is death metal were the main focus lays on technical aspects. Very american in its style. Think of early Darkane meeting late Slayer and add some crispy melodic darkness from Death. And it is the parallels to Death that strikes me most, especially the guitar composing combined with the fluid bass lines, always with a touch of melancholy human misery. Most of the music presented on The Rebirth Of Sin goes on in mid tempo parts with several sidelining and various changes in rhythm. The red chord through the music is the excellent heavy riffing from guitarist Angelo Rodrigues and the tremendous work that's carried out on bass by Ino Detelic. But even though the musical knowledge are close to acts of genius it feels like something is missing in this giant monster of sound. Roaring guitars in honour, but I think that the attempt to be varied and diverse sometimes are the exact opposite of the intention. After a while all solos and arrangements gets a bit boring. Which is a shame, cause the music actually are good. In smaller doses.

The production made by Angelo Rodrigues himself is a bit too dark and gloomy. The same go for the vocals, a more distinct expression and perhaps a bit lighter voice would fit the music better. To make a long story short, everything feels a bit too much and I think this band would gain a lot if they would decide to keep it more simple. Less transportation parts and shorter songs for example. The running time of the album could be drawn to thirty minutes maximum and this album would actually be better.

Production - 6
Vocals - 5
Compositions - 7
Summary - 6/10

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» Burning Misery [Holanda] [25/09/05] www.burningmisery.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 8,5/10

Raised in Portugal these guys are making some awesome deathmetal. After the "Incognita demo 2001", "Neurotic demo 2002" they now come out with their first full lenght album "The Rebirth Of Sin". And this awesome record contains a huge dosis of great oldschool deathmetal, brutality and mind ripping killer music. The recordingsound of this album is fucking evil and low guitar and bass sound. Mid tempo deathmetal is what i hear now, this great album has been released in 2004 but the deathmetal these guys play is timeless. I'm sure that i will listen this awesome band also in 2007. The low brutal death is varied wich you can hear in the thirth track " Deformed". btw all the 12 tracks on this album are fucking awesome. It's not to late to get your self a copy of "The Rebirth Of Sin" and decide for your self. Band section on Burning Misery will give you more info about this great oldschool deathmetal band with some technical influence in it.

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» Revista Blast! #9 [Setembro/Outubro 2005] www.blastonline.web.pt
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7,5/10

Esta banda algarvia (que em tempos se chamou Breakdown, abençoada mudança de nome), por sinal um terreno fértil para a música extrema nacional, dá mostras de uma evolução muito interessante neste álbum, gravado já em 2003 e editado pela Dark Music Productions. O seu estilo é na sua essência um Death Metal pesado e mid-tempo, com um som bem "gordo", asfixiante e muito denso. Detectam-se toques de Morbid Angel e até bandas de outros estilos como Nevermore ou Machine Head. No geral, a qualidade é excelente, havendo no entanto espaço para melhorar em alguns campos, como na voz, onde o cavernosamente poderoso João Guerreiro só tinha a ganhar com alguma injecção de variedade, ou na produção, onde um produtor mais conceituado poderia aumentar em muito o poder de agressão. As composições já apresentam um grau de individualidade apreciável, pelo que com o tempo creio que a banda irá encontrando a sua própria identidade naturalmente. Limando algumas arestas, têm potencial para ser a banda de topo do Death português.

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» Armageddon [03/09/05] www.armageddon.com.sapo.pt
Neurotic «The Rebirth of Sin» 8/10

Após o lançamento do demo cd "Incognita" em 2001 (ainda com a designação de Breakdown), e do demo "Neurotic" composto por três músicas já com a designação actual, chega-nos finalmente em 2004, o álbum de estreia desta banda Algarvia de extrema qualidade. O estilo praticado pelos NEUROTIC é death metal moderno, pesado e agressivo, com algumas influências de thrash ou mesmo grind, lembrando SEPULTURA mais antigo, e os primórdios de FEAR FACTORY. O álbum conta com doze malhas, entre as quais as três músicas (regravadas) da demo homónima anterior, e conta também com um grafismo bastante apelativo, e apropriado ao som da banda. As músicas geralmente são lonas, três delas são instrumentais, e a última faixa serve de separador. A voz está deveras brutal, e lembra-me o Burt C. Bell (Fear Factory) na altura do primeiro álbum Soul of a New Machine, o trabalho de guitarra e baixo está excepcional, e a bateria por vezes é super acelerada, e muito bem conseguida. Apesar do disco ser gravado no seu próprio estúdio (LAC), conta com uma boa qualidade sonora, e um som limpo. "Dark Light (Bright Shadow)" é um tema instrumental onde mostra o lado mais melódico da banda, contrariamente de "Ohropax", que mostra o outro lado dos NEUROTIC, o lado mais agressivo e extremo. O destaque vai para "Prayers of Sin", "New Human Machine", e os temas regravados do demo anterior, são eles "Deformed", "Wicked God" e "Cannibalistic". Os Neurotic neste "The Rebirth of Sin", mostram ser uma das melhores bandas do underground português.

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» Portal-Metal [04/07/05] www.portal-metal.com
Neurotic «The Rebirth of Sin»

The Rebirth of Sin", lançado no ano de 2004, mostra-nos o avanço da banda portuguesa Neurotic a nível nacional onde o estilo musical "Death Metal" domina por completo. Um álbum que ganha pontos a nível de experiência onde os membros da banda trabalham de forma a que as músicas sejam originais na sonaridade em que torna os Neurotic numa banda bastante respeitada em Portugal. O bom trabalho de 57 minutos com bom som de Death Metal, uma voz brutal, juntamente com bons riff's de guitarra/baixo e bons ritmos na bateria. Talvez o seu melhor trabalho até hoje.

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» Revista Loud! #52 [Maio 2005] http://loudmagazine.blogspot.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7/10

Com um percursor semelhante ao de tantas outras bandas que pretendem singrar no vastíssimo e exigente cenário metálico nacional, os algarvios Neurotic acabam de cravar a sua marca com «The Rebirth of Sin» - gravado em 2003 e editado agora pela Dark Music Productions. O segredo destes ex-Breakdown para apresentarem uma estreia interessante, coesa e bem executada está, sem dúvida, no terem conseguido manter sempre a formação original. Depois de todos estes anos – desde 1999 – souberam tirar proveito de uma união sóbria e coesa, como revelam estas dez malhas de death metal, que estão claramente ao nível do que se vai fazendo lá por fora. Destas quatro almas destaca-se a forma como o guitarrista Ângelo Rodrigues trabalhou este material – quer a nível da composição, quer da própria produção. Estamos perante um death metal compassado e muito competente, com os músicos a revelarem uma assinalável dose de boa técnica. Mesmo assim, se este «The Rebirth of Sin» tivesse uma maior diversidade no que concerne à composição e uma produção ainda mais cuidada, o resultado seria perfeito e conseguiria revelar todo o potencial da banda. Na voz, João Guerreiro revela um registo gutural bastante linear, notando-se a falta de uns laivos mais rasgados, que só favoreceriam o seu desempenho. São pormenores, embora importantes, que nada retiram ao bom resultado e óptimo desempenho da banda, por exemplo, na obtenção de um som poderoso, “enchendo” todos os instrumentos e tornando-os bem perceptíveis. Perante mais uma boa estreia podemos dizer que o underground nacional nos tem dado, nos tempos mais recentes, sinais evidentes de vitalidade.

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» Arauto Metálico [Abril 05] http://blogs.cjb.net/arautometalico
Neurotic «The Rebirth of Sin»

Ao fim de algum tempo de espera eis que finalmente é editado o cd de estreia dos Algarvios Neurotic, que tivemos oportunidade de entrevistar no nº1 do Arauto Metálico. O cd abre com a "Prayers of Sin" onde ao longo de 8 minutos somos agradavelmente surpreendidos por riffs contagiantes e uma secção rítmica de elevada qualidade técnica, "New Human Machine" mantém o mesmo nível, segue "Deformed" e "Wicked God", recuperadas da demo de 2002. Depois "Dark Light" uma das melhores faixas num ritmo cadenciado e poderoso, "Ohropax" simples e concisa, "Cannibalistic" é mais uma recuperada da demo, destaco ainda "Fearful Life" onde o ritmo acelera um pouco. Ao longo de 12 faixas os Neurotic mostram toda a sua mestria onde o peso da técnica sai vitorioso, este é um cd para ouvir várias vezes porque só assim podemos nos aperceber de alguns pequenos detalhes muito bem conseguidos, os Neurotic entram assim na primeira linha do Death metal Português.

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» The Bronze Age [05/02/2005] http://thebronzeage.com.sapo.pt
Neurotic «The Rebirth of Sin» 6,5/10

O Underground nacional tem dado, nos tempos mais recentes, sinais evidentes de vitalidade. Não contabilizando os géneros mais ligados às modas passageiras, o Black e o Death Metal parecem ser claramente as correntes em maior actividade e onde a qualidade mais se aproxima do que se vai fazendo lá por fora.
Oriundos do Algarve, região aparentemente invadida por projectos e bandas de música extrema, os NEUROTIC lançam agora através da Dark Music Productions o álbum «The Rebirth of Sin», o qual já tinha sido gravado anteriormente como cartão de visita, juntando-se às demos «Incógnita» [2001] e «Neurotic» [2002].
Composto e produzido pelo guitarrista Ângelo Rodrigues, estamos perante um compassado registo de Death Metal , extremamente bem executado, competente e que revela músicos com uma técnica assinalável e muita motivação.
Maior diversidade nas composições, injecções de Grind [ou outro estilo qualquer] na postura gutural mas algo linear de João Guerreiro e um produtor mais experimentado, são hipóteses que certamente farão explodir o potencial que os NEUROTIC apresentam, colocando-os no restrito pelotão da frente do Metal nacional.

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» The Music Basement [14/05/2004] www.themusicbasement.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7,5/10

Confesso que o trabalho desta banda algarvia foi daqueles que, à primeira audição, não me entrou da melhor das maneiras, talvez por estar à espera/habituada a outra sonoridade, mas à medida que o ia ouvindo novamente, com mais atenção, as coisas alteraram-se.
O quarteto remonta a 1999, ainda com o nome Breakdown, e sob ele gravaram a demo "Incognita". Em 2002 gravam uma demo de 3 temas a passam a ser conhecidos por "Neurotic", trazendo-nos, no ano seguinte, este "Rebirth of Sin".
Estamos perante um moderno álbum de deathmetal pesado com todo o seu ambiente negro à volta. Não é das coisas mais rápidas que por aí andam dentro do mesmo género, mas posso dizer que é rápido q.b, e que esta rapidez se une bastante bem aos riffs arrastados e harmoniosos. Uma coisa que tem de se salientar é a técnica que revelam através dos trabalhados riff's na guitarra e baixo. A voz, profunda e arranhada, surge-nos das entranhas com toda a naturalidade, manifestando a sua agressividade. O conjunto de todos estes elementos resulta numa sonoridade bastante original que penso ser característica da banda. Na minha opinião, apenas falha a duração dos temas, algo longos, tornando-se, por vezes, um bocado cansativo, mas é apenas o meu gosto pessoal.
Gosto ainda bastante de todo o lay-out do cd, a cargo da SpoonArt Communications, bastante escuro e "moderno". Penso que dá logo a imagem do que vem aí.
Resumindo é um trabalho de deathmetal com qualidade, equiparado ao que se anda a fazer lá fora. Técnica não falta nem agressividade nem qualidade. Espero por mais divulgação e mais concertos.

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» Back to the Grave [30/03/04] www.grave.kom.pt
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7,5/10

Formerly known as BREAKDOWN, NEUROTIC were summoned in 1999 and have ever since kept the original line-up, which has largely contributed for the band's cohesion. And the band line-up is, according to the press release and information on the album, Ângelo Rodrigues [guitar], Ino Detelic [bass & vocals], João Guerreiro [vocals] and Marco Reis [drums].
The first time I looked at the promotional pack [in which the band has invested significantly, particularly in their care for a decent presentation: hand-printed colour cover and back cover with excellent quality, careful design, a complete press release, etc.], the cover brought me back memories of ‘ancient times' when THE FIRSTBORN released The Rebirth of Evil, for the graphics were somewhat similar - and the title consequently took this impression further. However, musically there is not much resemblance - in fact, there is no resemblance at all.
The Rebirth of Sin starts off with Prayers of Sin, which also happens to be one of my favourite tracks, for its variation, speed and heaviness. The more I listen to The Rebirth of Sin, the more I detect some NEVERMORE-inspired ambiences [Dreaming Neon Black era], especially in the guitars and rhythmic variations [whether in Prayers of Sin or in Dark Light]. The band's music, chiefly characterised by metal heaviness with good rhythmic variation and a powerful drummer, also evokes old FEAR FACTORY, but that is only an approximation for you to have an idea. It is not about cloning or copying. They are NEUROTIC and their music is their own. And they are distinctly DEATH METAL to the bone! That includes the beautiful solo on New Human Machine, the brief MORBID ANGEL-like beginning of Deformed and many other peculiar aspects to the album. The only setback is the lack of variation in the vocal register, which might indulge to tediousness every now and then. The average track is 4-5 minutes, and this includes the many 7-8 minute long anthems. Each song is therefore an episode in complexity.
As far as production goes, the band themselves have arranged their sound and it is notorious their [Ângelo's] knowledge in this field. He seems to know what he is doing, for he has managed to capture a powerful, replenished sound with clearly perceptible individual instruments and the necessary amount of heaviness. As producers, NEUROTIC have passed the test and, as musicians, they have certainly surpassed expectations, bringing together DM, technique and quality without much effort.
The layout is I suppose professionally printed, but the promo packs were not neglected: the band has sent a high quality hand-printed full coloured booklet and the layout has been the responsibility of SpoonArt Communications [by the time of its making, they were officially responsible for FEAR FACTORY's website]. Compulsory in our collection.

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» Caminhos Metálicos [12/01/2004] http://groups.msn.com/caminhosmetalicos
Neurotic «The Rebirth of Sin» 8,8/10

Com este registo vemos o salto para a maturidade que os Neurotic deram. Nota-se grandes mudanças, as musicas estão mais coesas, a produção esta mais cuidada, enfim eles estão mais técnicos e competentes.
Assim, brutalidade, blast beats infernais, devastação, vocalizações cavernosas, guitarras técnicas e destrutivas são o paradigma deste álbum. Mas não é só isto que os Neurotic sabem fazer. No meio destas descargas furiosas encontramos passagens harmoniosas e compassadas.
Destaco "Wicked god" [uma musica da demo] e "Dark light" - são mesmo músicas soberbas.
Ao contrário da música, o layout não está nada de especial. Mais uma vez, penso que este devia reforçar a ideia da música, deveria ser mais agressivo.
Como se nota, este é um álbum que todo o fã de Death Metal deve ter na prateleira.

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» Metal Incandescente [11/01/2004] http://metalincandescente.blogspot.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 8,5/10

A auto-edição/promoção é hoje uma tendência incontornável nas artes em geral. Neste campo, a Música, ex-equo com a Literatura, reserva para si uma boa parte do protagonismo. Na génese do fenómeno está a democratização das novas ferramentas tecnológicas, que dotou os músicos amadores dos recursos necessários à auto-produção [através de software e hardware destinado à gravação, produção e mistura de faixas], distribuição [via MP3], reprodução [doméstica, no caso das maquetas, com drives de CD-R] e promoção [Web, newsgroups, correio electrónico], como forma de contornar as habituais dificuldades na obtenção de um contrato discográfico. É nesse espírito do it yourself que a carreira dos Neurotic [e de tantas outras bandas] assenta.
Anteriormente conhecido como Breakdown o quarteto formou-se em 1999 em Lagos, no Algarve, tendo chegado a registar as maquetas Incognita, em 2001, e Neurotic [já sob a actual designação], no ano seguinte. The Rebirth of Sin, o álbum de estreia, surge em 2003 e visa essencialmente atrair a atenção das editoras. O que não será difícil [esperamos nós!], dada a qualidade do material.
Gravado, produzido e misturado pelo guitarrista e compositor Ângelo Rodrigues nos estúdios LAC, The Rebirth of Sin é um dos álbuns mais arrasadores e geniais que me foram dados a ouvir no período mais recente.
O Death Metal moderno, balançado e pesadão emitido pelas colunas resulta essencialmente de uma produção esmagadora e do som asfixiante da guitarra de sete cordas que Rodrigues não dispensa. Breves apontamentos Thrash e Grind enriquecem ainda mais as canções.
Senhores de uma técnica invejável, os músicos surpreendem-nos a cada tema. Grunhidor nato, João Guerreiro vocifera as letras directamente das entranhas, ao passo que Rodrigues se revela um guitarrista-ritmo como há poucos. Os solos de baixo em «Deformed» - recuperado da maqueta Neurotic, tal como «Wicked God» e «Cannibalistic» - e «Prayers of Sin» ilustram bem a mestria de Ino Detelic, acompanhado pela bateria avassaladora de Marco Reis.
Os quase 60 minutos de duração poderiam claramente constituir uma menos-valia noutro álbum. Mas não em The Rebirth of Sin, seguramente. Sempre que o disco chega ao fim somos irresistivelmente impelidos a colocá-lo do início. E o ciclo prolonga-se indefinidamente...

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» Darkness Anthem [05/12/2003] www.darknessanthem.net
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7.5/10

"The rebirth of sin" é o título do debut desta banda portuguesa lançado em 2003. Estes Neurotic tocam um Death Metal bem brutal mas mais mid-paced que o que normalmente se poderia esperar deste estilo. É claro que não deixa de ter os seus blast beats ou mesmo outras partes mais arrastadas.
A primeira coisa que se nota no começo do álbum é a sua produção bastante "abafada". Felizmente uma produção perfeita ou mais cristalina não é propriamente um requisito obrigatório para este tipo de som que, de qualquer modo, não deixa de ser apreciável. Com o hábito, por volta da segunda faixa, já se torna num aspecto quase secundário. O pior é que não trazem nada de propriamente inovador e isso aliado a músicas um pouco longas (principalmente as iniciais) torna o trabalho um pouco cansativo. Mostram contudo alguns momentos de bom gosto e de bons músicos que são. Como é o caso da malha de guitarra seguida de um solo de baixo em "Deformed". O álbum conta ainda com quatro pequenas faixas instrumentais, duas das quais acabam o cd.
Concluindo, creio que os Neurotic poderiam beneficiar com uma produção melhor e talvez com alguma maior variedade e objectividade no trabalho. Trabalho este que não vai alterar muito o mundo do Death Metal mas é com certeza uma prestação mais que válida no panorama nacional.

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» MetalOpenMind [07/11/2003] www.metalopenmind.com
Neurotic «The Rebirth of Sin» 7/10

Há uns mêses atrás tínhamos falado da primeira demo dos Neurotic a dar a conhecer algum de seu trabalho que agora surge em versão alongada e mais uma vez de forma totalmente independente. Na verdade «Rebirth of Sin» foi gravado nos estúdios da própria banda [LAC] e inclui os 3 temas da demo alinhados entre mais 8 "novas" composições [aquele som esquisito na faixa final "Neurose" não conta], todas elas contando com um mesmo nível de composição, interpretação, gravação e produção.
O guitarrista Ângelo Rodrigues é aqui o responsável pela sonoridade potente e por vezes claustrofóbica dos Neurotic. Seus riffs são cortantes, utiliza algumas dissonâncias e não prescinde de solos eficazes, mas há que dizer que há pouca variação no timbre dos acordes. Da primeira a última música a guitarra soa sempre à mesma, o que se por um lado cria uma personalidade própria à sonoridade da banda, por outro lado o som tende a ficar um pouco monótono, principalmente se tivermos em consideração que ainda não houve grandes melhorias a nível vocal. Continuo a achar que se houvesse mais variação nesse campo, os Neurotic seriam provavelmente a melhor banda thrash poderoso de Portugal....
Claro que Max dos Sepultura [uma das maiores referências aqui presente] também não variava muito no princípio de carreira, e mesmo assim conseguiu chegar onde está hoje, por isso vamos ver como é que o público vai reagir à performance ao vivo da banda. Como sabem, foi na estrada que os Sepultura ganharam o respeito do público, a comunicação em cima de um palco também conta muito. É tudo uma questão de aguardar e ver como é que as coisas funcionarão ao vivo.
Dos temas adicionais à demo é impossível não referir o tema de abertura "Prayers of Sin" que com seus mais de 8 minutos de duração resume bem o teor de devastação sonora semi-apocalíptica que este quarteto sulista debita sem dó nem piedade do primeiro ao último minuto deste cd. A secção rítmica é coesão pura, o batera por exemplo é uma verdadeira máquina, realmente impressionante.
Uma banda que promete e que merecia ver seu álbum relançado de forma alargada por alguma editora competente no meio underground.

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» Caminhos Metálicos [Outubro 2003] http://groups.msn.com/caminhosmetalicos
Neurotic «Neurotic» 8/10

Bem... Mas o que é isto?
Ainda tenho de procurar palavras para descrever esta Demo.
Na bateria somos fustigados por descargas ora ultra rápidas, ora harmoniosas.
O baixo e a guitarra estão lindamente trabalhados, e são brutalmente assinaladas. Todavia, um pouco mais de agressividade não lhe ficasse mal.
Em termos vocais, parece que somos atirados para a beira de um precipício, apenas com o poder de uma palavra proferida. Realmente uma voz cheia de poder.
Os Neurotic gravaram a Demo, no seu próprio estúdio [LAC, em Lagos].
A audição desta Demo foi uma surpresa para os meus ouvidos.
Estamos perante um grupo que sabe compor e dar um toque pessoal às suas músicas.

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» MetalOpenMind [01/05/2003] www.metalopenmind.com
Neurotic «Neurotic» 7/10

Aos primeiros acordes de «Wicked God», o tema de abertura desta maquete em cd, fiquei com a idéia que estava diante de uma banda nu-metal... não poderia estar mais enganado ! Os Neurotic já existem a alguns anos na forma dos Breakdown, e só com esta nova demo de 2002 que assumem definitivamente a nova designação. A formação mantém-se inalterada desde sempre, o que se nota pela tremenda coesão entre os músicos e principalmente pela sólida secção rítmica. Após algumas audições destes 3 temas, fica claro que o metal praticado pelos Neurotic está mais para um Sepultura da fase «Schizophrenia» até «Arise» do que para qualquer outra sonoridade mais moderna. Um ataque sonoro sem piedade, sem concessões, do tipo barreira sonora intransponível é o que mais se destaca neste trabalho. No tema «Deformed» temos um bem colocado solo de baixo como destaque, e no tema «Cannibalistic» temos alguns apontamentos interessantes no trampo da guitarra e mudanças rítmicas ao nível de bandas de primeiro escalão.
Temas longos e bem trampados, vocais agressivos e quase cavernosos [talvez o ponto mais negativo devido a pouca variação vocal] e uma produção acima da média fazem desta proposta um bom indício do que ainda está por vir na carreira deste jovem quarteto português.
Para finalizar um pequeno conselho: Valorizem ao máximo o vosso trabalho, não se deixem levar pela idéia errada de tocar de "borla" apenas pela divulgação. Acho que a banda já está muito bem oleada para se subjulgar a este tipo de concessões. Força com isso rapazes!

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» Guardians Of Metal [Fevereiro/Março 2003]
Breakdown «Incognita» 7/10

Oriundos do Algarve, os BREAKDOWN gravaram 10 temas e ainda juntaram mais 4 temas gravados ao vivo num concerto que deram em Beja. A produção apesar de caseira é tão boa ou melhor que a de muitas bandas portuguesas que gravam em estúdios ditos "profissionais" e é suficientemente nítida para se perceber que estamos perante mais uma boa banda portuguesa, a enveredar pelos caminhos daquilo a que se pode rotular "Modern Thrash-Metal", demonstrando influencias obvias de SEPULTURA, MACHINE HEAD E FEAR FACTORY entre outras bandas americanas do género, só lhes falta mesmo um produtor como o Colin Richardson, que consiga captar toda a energia e raiva que a banda demonstra ao vivo.

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